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AudiotourCentro Histórico de Montemor-o-Novo

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    A partir de meados do século XIV, a vila montemorense, outrora confinada pelas muralhas do Castelo, expande-se pela encosta virada a Norte, criando um novo lugar denominado então “arrabalde”.
    A localização era privilegiada relativamente às vias de comunicação, rotas comerciais e acesso a água. Tratando-se de uma zona mais ampla, permitia a construção de habitações maiores com novas comodidades. O início do êxodo é atestado por documentos do século XIV, e a partir daqui o processo tornou-se cada vez mais evidente até ao completo abandono da vila intramuros, no século XVIII.
    Percorrer o arrabalde, atual centro histórico, é entrar numa complexa rede de ruas, escadas, patamares e pequenos largos preenchidos com casas construídas em tijolo, taipa e pedra, de um ou dois pisos, portas ogivais e chaminés a erguerem-se das fachadas; é descobrir ruas que mantêm a estrutura baixo-medieval, como a Rua dos Almocreves ou a Travessa das Farizes; é encontrar singularidades arquitetónicas, com especial relevo para os vestígios de arte manuelina; é sermos surpreendidos com a abundância do património religioso, com a riqueza de palácios nobres setecentistas, com a força da presença conventual e os admiráveis trabalhos de azulejaria e de pintura mural.

  3. 1 Mercado Municipal
  4. 2 Rua 5 de Outubro
  5. 3 Ermida de S. Lázaro
  6. 4 Largo Paços do Concelho
  7. 5 Rua Teófilo Braga
  8. 6 Terreiro de S. João de Deus
  9. 7 Praça Cândido dos Reis
  10. 8 Largo Dr. Miguel Bombarda
  11. 9 Rua dos Almocreves
  12. 10 Rua Dom Vasco
  13. 11 Convento de S. Domingos
  14. 12 Convento de N. Sra. da Luz
  1. Audiotour overzicht

    A partir de meados do século XIV, a vila montemorense, outrora confinada pelas muralhas do Castelo, expande-se pela encosta virada a Norte, criando um novo lugar denominado então “arrabalde”.
    A localização era privilegiada relativamente às vias de comunicação, rotas comerciais e acesso a água. Tratando-se de uma zona mais ampla, permitia a construção de habitações maiores com novas comodidades. O início do êxodo é atestado por documentos do século XIV, e a partir daqui o processo tornou-se cada vez mais evidente até ao completo abandono da vila intramuros, no século XVIII.
    Percorrer o arrabalde, atual centro histórico, é entrar numa complexa rede de ruas, escadas, patamares e pequenos largos preenchidos com casas construídas em tijolo, taipa e pedra, de um ou dois pisos, portas ogivais e chaminés a erguerem-se das fachadas; é descobrir ruas que mantêm a estrutura baixo-medieval, como a Rua dos Almocreves ou a Travessa das Farizes; é encontrar singularidades arquitetónicas, com especial relevo para os vestígios de arte manuelina; é sermos surpreendidos com a abundância do património religioso, com a riqueza de palácios nobres setecentistas, com a força da presença conventual e os admiráveis trabalhos de azulejaria e de pintura mural.

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  • Marina santos da silva

    5 out of 5 rating 08-03-2016

    eu estou curtindo todo amei

  • Stephanie

    3 out of 5 rating 12-14-2015

    A shame that there is no audio with this lovely information. That would be a nice improvement for an "audiotour".